- Casos de insónia primária e insónia idiopática (apneia central e obstrutiva);
- Casos de ritmo circadiano “jet lag” e transtornos do fuso horário;
- Trabalhadores com turnos nocturnos;
- Casos de sono de má qualidade em pessoas com idade superior aos 55 anos;
- Casos de ansiedade.
A Melatonina foi isolada e caracterizada como uma hormona produzida pela glândula pineal no final da década de 50. A partir daí inúmeros estudos trataram das funções da pineal e da melatonina, que surpreendentemente parece agir em praticamente todos os sistemas fisiológicos. Por ser sintetizada e segregada apenas durante o período escuro, funciona como um sinalizador, para o meio interno, do dia e da noite.
A produção de melatonina diminui com o envelhecimento. Devido à sua potente acção indutora de sono, a melatonina tem sido utilizada na terapêutica das perturbações do sono, principalmente nas insónias, nos transtornos decorrentes da mudança de fusos horários e nos trabalhadores com turnos.
O sono é um processo fisiológico complexo que é influenciado por propriedades biológicas intrínsecas, temperamento, normas culturais e expectativas da pessoa (ou familiares), bem como condições ambientais.
Uma das propriedades biológicas do sono é alternar-se com a vigília e formar com ela um ciclo de periodicidade bastante regular ao longo do tempo de um dia, isto é, ao longo do tempo que leva uma rotação da terra em torno do seu eixo, 24 horas. No adulto médio, o sono ocupa, mais ou menos 1/3 do tempo de um dia, e a vigília 2/3. A essa perigosidade previsível do sono em torno de um dia denomina-se ritmo circadiano do sono (RC).
O uso da Melatonina
A Melatonina sintética de origem vegetal é administrada sob a forma de cápsulas. A dose utilizada é de 1,00mg. A concentração plasmática da melatonina aumenta significativamente, atingindo nível de pico 60 a 150 minutos após a sua administração.
Vários estudos apresentaram resultados sugestivos de que a glândula pineal, com o seu ritmo de libertação de melatonina, exerce um efeito tranquilizante sobre toda a actividade cerebral, modulando o ciclo sono-vigília num potente disparador do processo do sono fisiológico.
Pode-se, pois, afirmar que a melatonina funciona como um mediador do meio interno e estudos determinaram que tem efeitos como suplemento anti-envelhecimento e antioxidante.
Propriedades Terapêuticas da Melatonina da Calêndula
A melatonina é uma hormona produzida naturalmente pela glândula pineal e está estruturalmente relacionada com a serotonina. Fisiologicamente, a secreção de melatonina aumenta pouco depois de começar a escurecer, atinge o seu pico entre as 2 e as 4 horas da manhã e diminui durante a segunda metade da noite. A melatonina está associada ao controlo dos ritmos circadianos e à indução do ciclo luz-escuro. Está também associada a um efeito hipnótico e ao aumento da propensão para dormir.
Mecanismo de acção
Alguns estudos relatam que a actividade da melatonina nos receptores MT1, MT2 e MT3 contribua para as suas propriedades promotoras do sono, uma vez que estes receptores (sobretudo o MT1 e o MT2), estão envolvidos na regulação dos ritmos circadianos e na regulação do sono.
Devido ao papel que a melatonina desempenha na regulação do sono e do ritmo circadiano, e à diminuição, em função da idade, na produção endógena de melatonina, esta pode melhorar eficazmente a qualidade do sono, sobretudo em pacientes com mais de 55 anos que sofram de insónia primária.
Informação nutricional (por cápsula):
- Melatonina: 1,00mg
- Vitamina B2: 1,4mg
Ingredientes: Melatonina, Riboflavina-5-fosfato de sódio, Lactose, Gelatina, Sais de Magnésio de Ácidos Gordos, Polivinilpirrolidona, Talco.
Uso recomendado: Tomar 1 cápsula por dia após o jantar, 1 a 2 horas antes de deitar.
Aviso: Não recomendado em casos de hipersensibilidade ou alergia a qualquer um dos constituintes da formulação, pessoas com doenças auto-imunes ou problemas hepáticos, insuficientes renais, mulheres grávidas ou que pretendem engravidar ou que estejam a amamentar.
Tome especial cuidado:
- Se a sonolência pode pôr em risco a sua segurança;
- Se tiver problemas de fígado (insuficiência hepática);
- Se tiver problemas de rins (insuficiência renal);
- Se sofrer de alguma doença auto-imune (em que o organismo é “atacado” pelo seu próprio sistema imunitário):